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Vade Mecum Espírita

Parabéns Pastor Marco Feliciano.


A partir da publicação da OMS declarando que o homoxexualismo não era uma doença iniciou-se uma ofensiva sem precedentes com o objetivo claro de propagar sua prática aos quatro cantos do mundo. Este assunto envolve muitos interesses, principalmente econômicos. A Psicologia e a Psiquiatria realizaram uma verdadeira ofensiva contra todos aqueles que tivessem a ousadia de levantar um conceito sobre o assunto, diferente dos seus. Os termos estratégicos foram lançados: "Homofóbicos" e "Preconceituoso". 
Reconhecemos que surtiu um efeito devastador e me assustei quando constatei espíritas de renome defendendo a idéia. Os Católicos e Evangélicos se posicionaram de forma muito clara e marcaram a sua posição. Nós Espíritas ficamos "em cima do muro" e eu não quero adotar esta posição. Pretendo de forma muito clara e transparente, mostrar a realidade que nos cerca. Primeiramente permitam-me expor o que pensam Emmanuel e Francisco Cândido Xavier sobre a Psicologia e ea Psiquiatria que assumem a responsabilidade de ditar ao Espírito Humano as diretrizes de conduta. 
NA ERA DO ESPÍRITO
(25)
 Emmanuel
Conflitos Psicológicos 
 
Sempre valiosa a contribuição da psicologia em socorro de quantos se identificam no mundo em situação paranormal, nos domínios do afeto, particularmente quando ensina aos pacientes a conquista da auto-aceitação. Entretanto, sem os princípios reencarnacionistas, definindo a posição de cada espírito segundo as leis de causa e efeito, qualquer tipo de assistência às vítimas de desajustes psicológicos resultará incompleto.
 
ENTREVITSA COM CHICO XAVIER A REVISTA "FATOS e FOTOS"
Janeiro de 1976
 
14 - Acredita na psicanálise?
- Acredito profundamente. Penso que a psicanálise será o instrumento da redenção da humanidade, quando ela puder aceitar a reencarnação e a sobrevivência da alma, além da terra, com os efeitos conseqüentes de semelhante conhecimento. Porque, então, a psicanálise será um departamento da própria religião e nos ensinará que todo efeito tem a sua causa. E, por isso mesmo, nós não poderemos alienar Deus do campo de nossas vidas.
 
Quanto ao aspecto da exploração comercial do assunto, faço minhas as palavras publicadas por Guilherme Fiúza na Revista Época em 26/06/2013
domingo, maio 26, 2013
Já para o armário - GUILHERME FIUZA
REVISTA ÉPOCA
A causa gay, como todo mundo sabe, virou um grande mercado comercial e eleitoral. Hoje, qualquer político, empresário ou vendedor de qualquer coisa tem orgulho gay desde criancinha. Se você quer parecer legal perante seu grupo ou seu público, defenda o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Você ganhará imediatamente a aura do libertário, do justiceiro moderno. Você é do bem. Em nome dessa bondade de resultados, o Brasil acaba de assistir a um dos atos mais autoritários dos últimos tempos. Se é que o Brasil notou o fato, em meio aos confetes e serpentinas do proselitismo pansexual.
O Conselho Nacional de Justiça decidiu obrigar os cartórios brasileiros a celebrar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Tudo ótimo, viva a liberdade de escolha, que cada um case com quem quiser e se separe de quem não quiser mais. Só que a bondade do CNJ é ilegal. Trata-se de um órgão administrativo, sem poder de legislar e o casamento, como qualquer direito civil, é uma instituição fundada em lei. O CNJ não tem direito de criar leis, mas tem Joaquim Barbosa.
 
Joaquim Barbosa presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça é o super-herói social. Homem do povo, representante de minoria, que chegou ao topo do Estado para "dizer as verdades que as pessoas comuns querem dizer". O Brasil é assim, uma mistura de novela com jogo de futebol. Se o sujeito está no papel do mocinho, ou vestindo a camisa do time certo, ele pode tudo. No grito.
 
Justiceiro, Joaquim liberou o casamento gay na marra e correu para o abraço. Viva o herói progressista! Se a decisão de proveta for mantida, o jeito será rezar para que o CNJ seja sempre bonzinho e não acorde um dia mal-humorado, com vontade de inventar uma lei que proíba jornalistas de criticar suas decisões. Se o que o povo quer" pode ser feito no grito, o que o povo não quiser também pode. O Brasil já cansou de apanhar do autoritarismo, mas não aprende.
 
E lá vai Joaquim, o redentor, fazendo justiça com as próprias cordas vocais. Numa palestra para estudantes de Direito, declarou que os partidos políticos brasileiros são "de mentirinha". Uma declaração absolutamente irresponsável para a autoridade máxima do Poder Judiciário, que a platéia progressista aplaude ruidosamente.
Se os partidos não cumprem programas e ideias claras, raciocinam os bonzinhos, pedrada neles. Por que então não dizer também que o Brasil tem uma Justiça "de mentirinha"? Juízes despreparados, omissos e corruptos é que não faltam. Quantos políticos criminosos militam tranquilamente nos partidos "de mentirinha", porque a justiça não fez seu papel? A democracia representativa é baseada em partidos políticos. Com todas as suas perversões e são muitas -, eles garantem seu funcionamento. E também legitimam a ação de gente séria que cumpre programas e ideias, pois, se fosse tudo de mentira, um chavista mais esperto já teria mandado embrulhar o pacote todo para presente, com Joaquim e tudo.
 
A resolução do CNJ sobre o casamento entre homossexuais é uma aberração, um atropelo as instituições pelo arrastão politicamente correto. A defesa da causa gay está ultrapassando a importante conquista de direitos civis para virar circo, explorado pelos espertos. Um jogador de basquete americano anuncia que é homossexual, e isso se torna um espetáculo mundial, um frisson planetário. Como assim? A esta altura? A relação estável entre parceiros do mesmo sexo já não é aceita na maior parte do Ocidente? Por que, então, a decisão do jogador é uma bomba? Simples: a panfletagem pró-gay virou um tiro certo.
 
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, dá declaração solene até sobre a opção sexual dos escoteiros. Talvez, um dia, os gays percebam que foram usados demagogicamente, por um presidente com sustentação política precária, que quer se safar como herói canastrão das minorias.
 
Ser gay não é orgulho nem vergonha, não é ideologia nem espetáculo, não é chique nem brega. Não é revanche.
Não é moderno. Não é moda. É apenas humano.
 
A luta contra o preconceito precisa ser urgentemente tirada das mãos dos mercadores da bondade. Eles semeiam, sorridentes, a intolerância e o autoritarismo. Já para o armário!
Autor: Luiz Pessoa Guimarães
Fonte: Youtube
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Obrigado Jamil Bizin!

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